quinta-feira, 20 de abril de 2017

Gigantes do Brasil History - COMPLETO

Posted by Julio Neto On quinta-feira, abril 20, 2017

Gigantes do Brasil é uma Série produzida pelo History Channel que conta a História de quatro dos maiores empresários brasileiros e que, de certa forma, se confunde com a história das primeiras 4 décadas da República Federativa do Brasil, especialmente na fase conhecida como República Velha. Sensacional!!! 

Para historiadores, professores de História ou apaixonados pela história do Brasil! Sensacional! Não deixe de assistir! Depois dê um like, se inscreva em nosso canal! Ele está apenas no começo, postaremos muita coisa bacana para professores da área de Humanas!



domingo, 9 de abril de 2017

Segundo o Extra, Ministério do Trabalho proíbe desconto do imposto sindical de servidores públicos

Posted by Julio Neto On domingo, abril 09, 2017

Confira a íntegra da reportagem abaixo, extraída da página online do Extra.
Texto de: Bruno Dutra
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) proibiu, através da Portaria nº 421, de 5 de abril de 2017, o recolhimento do imposto sindical, previsto no art. 578 da CLT, de todos os servidores e empregados públicos municipais estaduais e federais. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira. A medida suspendeu os efeitos da Instrução Normativa nº 01, de 17 de fevereiro de 2017, que determinava o recolhimento do imposto, que era feito de forma anual e de uma só vez dos servidores.
Com a decisão, fica proibido o desconto pelas administrações públicas da taxa dos servidores e empregados públicos de qualquer esfera. O desconto do imposto é feito no mês de março e repassado aos sindicatos no mês de abril.
Conforme informou o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio (Sepe), que é contrário à cobrança do imposto, várias municípios do estado já fizeram o desconto indevido do imposto sindical em março, dos srevidores da Educação. Por este motivo, o departamento jurídico da entidade informa que irá à Justiça para pedir a devolução dos valores para estes profissionais.

O imposto sindical sempre existiu para trabalhadores da iniciativa privada, regidos pela Consolidação das Leis Trabalho (CLT). Porém, quando a Constituição de 1988 permitiu a sindicalização dos servidores públicos, além de conceder o direito de greve, abriu-se uma brecha para a cobrança do imposto sindical para o funcionalismo público. A partir de então, diversos sindicatos pleitearam no Supremo Tribunal Federal (STF) que, em entendimento genérico, concedeu aos sindicatos o direito ao imposto, conforme explica o advogado do Sepe José Eduardo Figueiredo Braunschweiger.

— Após este entendimento do STF nasceu a Instrução Normativa que determinou o recolhimento, mas entendo que o imposto cria uma máfia sindical, que não trabalha emd efesa dos servidores — diz.

Segundo Braunschweiger, servidores de todas as esferas, que já foram descontados, podem pedir na Justiça a devolução dos valores.

Texto produzido por Bruno Dutra, extraído integralmente e acessível através do link no início da matéria. 

quarta-feira, 22 de março de 2017

Dia Mundial da Água e a Questão Ambiental

Posted by Julio Neto On quarta-feira, março 22, 2017

Autor: Julio Alves
Nos últimos cinco séculos, motivada pelo fomento do sistema capitalista, a humanidade conheceu um crescimento em termos de população e de desenvolvimento das técnicas nunca antes observado na história, promovendo com isso, uma mudança de percepção do homem em relação ao meio natural. Assim, conforme a sociedade capitalista se consolidava, o homem “deixa de ser parte do meio” para subjugá-lo, transformando a natureza em fonte de matéria-prima, principalmente com o advento da Revolução Industrial.  
Porém, esta relação começa a se mostrar nefasta também à humanidade e faz surgir certos questionamentos, principalmente a partir da década de 1960: até quando os recursos naturais iriam suportar? Desenvolvimento e degradação não podem existir separadamente? Em meio às perguntas começam a surgir definições, conceitos e ações que passam a contribuir para a formação de uma consciência ambiental, uma consciência de educação ambiental.  
Nessa perspectiva, cabe assistir o vídeo (narração) e o Texto que Retrata a Carta Escrita no ano 2070 (Texto publicado na revista "Crónicas de los Tiempos“, de Abril de 2002).
video

Carta escrita no ano de 2070 

Estamos no ano de 2070, acabo de completar os 50, mas a minha aparência é de alguém de 85. Tenho sérios problemas renais porque bebo muito pouca água. Creio que me resta pouco tempo. Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade.
Recordo quando tinha 5 anos quando tudo era muito diferente. Havia muitas árvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro por cerca de uma hora. Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele. Antes todas as mulheres mostravam a sua formosa cabeleira. Agora devemos rapar a cabeça para a manter limpa sem água.
Antes o meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira. Hoje as crianças não acreditam que a água era utilizada dessa forma. Recordo que havia muitos anúncios que diziam Cuide da água, só que ninguém ligava; pensávamos que a água jamais podia acabar.
Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mananciais aquíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados. Antes a quantidade de água indicada como ideal para beber era oito copos por dia por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo.
A roupa é descartável, o que aumenta demasiadamente a quantidade de lixo; tivemos que voltar a usar as fossas sépticas como no século passado porque as redes de esgotos estão entupidas por falta de água.
A aparência da população é horrorosa; corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a camada de ozônio que os filtrava na atmosfera. Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados.
As infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte.
A indústria está paralisada e o desemprego é dramático. As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam com água potável em vez de salário. Os roubos por um balde de água são comuns nas ruas desertas.
A comida é 80% sintética e pela ressiquidade da pele uma jovem de 20 anos está como se tivesse 40. Os cientistas investigam, mas não há solução possível.
Não se pode fabricar água, o oxigénio também está degradado por falta de árvores o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações. Alterou-se a morfologia dos espermatozóides de muitos indivíduos, como consequência há muitos meninos com insuficiências, mutações e deformações.
O governo até nos cobra pelo ar que respiramos. 137 m3 por dia por habitante e adulto. As pessoas que não podem pagar são retiradas das "zonas ventiladas", que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar, não são de boa qualidade mas pode-se respirar, mas a expectativa de vida média agora é de 35 anos.
Em alguns países ficaram manchas de vegetação com o seu respectivo rio que é fortemente vigiado pelo exército, a água tornou-se um tesouro muito cobiçado mais do que o ouro ou os diamantes.
Aqui em troca, não há arvores porque quase nunca chove, e quando chega a registrar-se uma precipitação, é de chuva ácida; as estações do ano tem sido severamente transformadas pelas provas atómicas e da industria contaminante do século XX.
Advertia-se que havia que cuidar do meio ambiente e ninguém levou a sério.
Quando a minha filha me pede que conte de quando era jovem descrevo o quão belo eram os bosques, falo da chuva, das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse, o quão saudáveis eram as pessoas.
Ela pergunta-me:
- "Papai! Porque acabou a água?" Então, sinto um nó na garganta; não posso deixar de sentir-me culpado, porque pertenço à geração que terminou destruindo o meio ambiente ou simplesmente não levamos em conta tantos avisos. Agora os nossos filhos pagam um preço alto e sinceramente creio que a vida na terra já não será possível dentro de muito pouco tempo porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível.
Como gostaria voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto quando ainda podíamos fazer algo para salvar o nosso planeta terra!



terça-feira, 21 de março de 2017

A Farsa do Piso Nacional na Bahia!!!

Posted by Julio Neto On terça-feira, março 21, 2017

"A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa!" Karl Marx

 
Essa frase de Marx é emblemática! A história realmente se repete, especialmente no Estado da Bahia, onde o professor vem sendo ludibriado pelo governo do estado, que engana e maltrata toda uma categoria e depois recorre à grande mídia para mentir, afirmando que está investindo mais que qualquer outro governo na educação do estado. O que mais me intriga é que esse governo, representado por sindicalistas, pessoas que chegaram ao poder subindo os degraus da luta de classe, aplica um mecanismo de manipulação muito antigo e ainda assim consegue êxito: é a história do Bode Russo! 

Conhece essa história? Vou abrir um parêntese aqui.

Na URSS, primeiros anos, conta-se que ao coletivizar as propriedades, especialmente grandes casarões, o governo “comunista” produziu conflitos entre os antigos e os novos moradores. Então, diante das queixas, o governo colocava um bode dentro das casas e obrigava os queixosos a cuidar do animal. Resultado, o bode causava tanta confusão que as partes esqueciam as brigas que motivaram a intervenção do agente público, pedia a saída do bode e a paz imperava quando o hóspede indesejado era retirado.

Todos os anos essa história se repete. O governo do Estado, hoje representado pelo Srº Rui Costa, inicia o ano avisando que será obrigado a parcelar salários, que há a possibilidade de atrasos salariais e que dificilmente conseguirá pagar o décimo terceiro salário. Isso gera uma grande apreensão (é o bode russo), mas, como que por um milagre, o governo consegue pagar tudo em dia, no entanto, tendo feito esse milagre, a sua cota se esgota e os reajustes do piso e da inflação são esquecidos. Inicialmente do Piso Nacional dos Professores, nos últimos dois anos as reposições salariais necessárias por causa das perdas causadas pela inflação.

Não precisa ser gênio para entender. Vamos analisar a situação passo a passo.

Piso Nacional dos Professores

O último reajuste do Piso “dado” pelo estado ocorreu em 2012, após 115 dias de greve, período em que o sindicalista e defensor do trabalhador, o governador Jaques Wagner, assistiu a tudo sem, sequer, sentar com a classe para discutir uma alternativa ou apresentar a situação das finanças estaduais. Mas alguém se lembra como ocorreu esse reajuste? Ele foi parcelado em 3 anos, mediante realização de um curso cuja participação tinha uma série de restrições, por exemplo: professores em estágio probatório, professores com nível médio, professores com graduação em áreas fora da área de atuação, entre outras coisas. Ou seja, um direito do servidor foi alienado. Mas o pior estava por vir... depois desse “reajuste”, que chegou a 1,75% ao ano (acredite, é isso mesmo), ninguém falou mais em reajuste, em adequação ao Piso Nacional e, hoje, existem professores graduados no estado, com licenciatura plena, que tem seu salário-base abaixo do Piso Nacional. Confira aqui o Piso e abaixo a tabela de salários da educação da Bahia atualmente.
Piso Nacional 2017 é de R$2.298,80 para 40 horas (2 turno de trabalho), enquanto  o vencimento básico de um professor do estado, padrão P (com licenciatura),  com a mesma carga-horária é de R$1.980,12. Isso quer dizer que o governo do estado paga abaixo do Piso Nacional um valor equivalente a R$318,68. Esse é o mesmo governo que vai às mídias, que usa TV, rádio e internet para afirmar que está investindo em educação. O que você, professor, acha disso?

Outro ponto crítico nos últimos dois anos diz respeito à Reposição das Perdas provocadas pela Inflação.

A estratégia do governo foi a mesma, é o bode russo à solta. Entre 2013 e 2015 não houve reajuste do Piso Nacional, como o governo viu que a categoria não reagiu a isso, sua representação se acomodou, veio o segundo golpe, a segunda pancada (não se espante se nos próximos anos o governo venha a diminuir seus vencimentos). Entre 2014 e 2015 a reposição foi parcelada ao longo do ano, com a última parcela sendo paga em novembro. Mas a situação iria piorar, pois em 2016 o reajuste do Salário Mínimo foi de 11,57%, enquanto os funcionários da Bahia, não apenas professores, ficaram no 0,0%. Em 2017, a reposição foi de 6,47%, mas o governador já declarou que não haverá reajuste. Não se pode esquecer que isso é reposição, que o poder de compra do salário é corroído pela inflação. Isso significa que nos últimos anos, o poder de compra do salário dos servidores estaduais diminuiu mais de 20%.

E onde estão as representações sindicais? Onde está a representação dos professores da rede estadual? Está lutando contra o governo duvidoso do PMDB, um governo que pode ser legal, mas é imoral, já que é rejeitado pela ampla maioria da população brasileira. Mas o que é interessante é que vemos o “Fora Temer” estampado na representação da APLB, mas não ouvimos um “Fora Rui”, ou pelo menos um “Cumpra a Lei Rui”, “Pague o Piso Rui”.

Enfim, Piso é o mínimo para qualquer categoria, mas no Brasil, especialmente na Bahia, Piso virou Teto e um teto inalcançável.

Visite o no site da APLB.
#PagueOPiso 

quarta-feira, 15 de março de 2017

Assembleia aprova Teto para aposentadoria do servidor estadual

Posted by Julio Neto On quarta-feira, março 15, 2017

Gente, enquanto o movimento nacional tira o foco dos problemas enfrentados em âmbito estadual, os governos aproveitam para empurrar suas "medidas" no povo. 


A Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) aprovou nesta terça-feira (14), com votos contrários da oposição, o projeto de lei do Poder Executivo que altera o regime de Previdência Complementar para os servidores do estado. De acordo com o texto enviado à Casa, os funcionários com remuneração superior ao limite máximo prevista para benefícios do Regime Geral de Previdência Social serão inscritos “automaticamente” no plano. A adesão automática pode ser cancelada em um prazo de 90 dias – a contar do dia da inscrição – e o valor recolhido será restituído integralmente em até 60 diasO projeto seria apreciado no último dia 7 de março, mas a votação foi adiada após um pedido de vista do deputado Pablo Barrozo (DEM). A matéria segue para sanção do governador Rui Costa. 

Fonte: Bahia Notícias, por Bruno Fontes.

Greve Geral 2017

Posted by Julio Neto On quarta-feira, março 15, 2017

Entre as várias reivindicações, os grevistas se manifestam contra a PEC da Previdência!!! 

Hoje, dia 15 de março de 2017, o Brasil enfrenta uma paralisação organizada por sindicatos de várias categorias para questionar algumas reformas propostas pelo duvidoso, mas legítimo governo de Michel Temer. Embora tenha entrado de carona, prática usual do PMDB desde, no mínimo, a redemocratização, Temer, a serviço dos próximos governos, sejam de esquerda ou direita, tenta realizar uma reforma um tanto quanto controversa. 

O objetivo aqui não é apresentar dados acerca da Reforma da Previdência, mas apenas levantar perguntas acerca do papel desempenhado por nossos governantes. Eles nos representam, de fato? Ou governam em causa própria? 

Fazendo essa reflexão, ouvindo os noticiários (alguns totalmente comprometidos com todo esse esquema) e observando a situação do país, a imensa carga tributária, os privilégios dos ocupantes de cargos eletivos e do judiciário, nota-se que boa parte dos recursos federais são desperdiçados com a corrupção, a má gestão e as regalias dessa aristocracia sustentada com o dinheiro público. Além disso, deve-se somar a ignorância de boa parte da população, pseudointelectuais e do trabalhador que vive no interior do país, isolado e distante dos grandes movimentos sindicais. 

Outra grave questão é influência do partidarismo dentro dos sindicatos. Na Bahia, por exemplo, a APLB está abraçando o movimento do "Fora Temer" e lutando contra as reformas impostas pelo governo federal. No entanto, o último reajuste do Governo estadual em cumprimento à Lei do Piso Nacional dos Professores (Lei 11.738) ocorreu em 2012, após cerca de 100 dias de greve e ainda transformou o reajuste em avanço de grau (algo no mínimo imoral); mas o pior, esse mísero reajuste foi parcelado em 3 anos e excluiu professores em estágio probatório e professores sem licenciatura plena. Lembrando que a Lei do Piso é clara ao afirmar que o Piso (que não é teto, como interpreta os governos estaduais e municipais do Brasil) Nacional deve tomar por base o professor que possui apenas magistério de nível médio, habilitado para lecionar nas primeiras séries do ensino fundamental. Desde então, não houve mais reajuste. Outro ponto crítico está relacionado à reposição das perdas salariais causadas pela inflação. Há 2 (dois) anos o governador da Bahia, Rui Costa, alega não poder pagar sequer essa reposição salarial, ameaçando parcelar salários (essa é aquela velha história do bode russo, usado por nossos sindicalistas quando chegam ao poder). Tudo isso ocorrendo, todos reclamando, todos sabendo, mas a APLB nçao menciona nada disso em seu site, não faz qualquer manifestação e sequer manda um ofício à SEC (Secretaria de Educação) exigindo explicações. 

Essa é a realidade do Brasil e em especial da Bahia. Todos somos reféns dessa classe que tem estrangulado o país desde a sua formação. Não obstante, a maioria da população acredita ser do servidor público, que recebe pouco mais que um salário mínimo, o problema dessa crise que está sempre presente.   

Texto: Julio Alves
HistoriaNews
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