domingo, 28 de janeiro de 2018

Esqueça a Eleição para Presidente

Posted by Julio Neto On domingo, janeiro 28, 2018

A quem interessa essa "guerra" das eleições presidenciais? 

Congresso Nacional: Verdadeiro Poder Político Brasileiro

A cada 4 anos o brasileiro vai às urnas para eleger governador, presidente e, por tabela, elege também os parlamentares. Diante disso fica a pergunta: 

* Em quem você votou para presidente na última eleição? Provavelmente você saberá responder.

No entanto, se alguém te pergunta qual teu voto para deputado (federal ou estadual) e/ou senador, você até se lembrará, mas precisará fazer um esforço maior. Isso acontece por duas razões: 

1 - O presidencialismo, regime político brasileiro. 
2 - A sociedade brasileira é altamente paternalista, carente de heróis, fica sempre esperando um "salvador da pátria", o cara que vai sentar na cadeira e transformar o país numa potência. 

Por isso, convido você a refletir sobre a história do Brasil, sobre a organização do poder político e, principalmente, sobre as razões que te levaram a escolher determinados parlamentares. 

Em alguns países a resposta seria simples, provavelmente você teria sido guiado por uma inclinação partidária, republicano ou democrata se vivesse nos Estados Unidos, mas, vivendo no Brasil, você conduzido por uma liderança política local ou regional, votou sem pensar porque sua preocupação era com a eleição para o executivo, governo estadual ou federal. 

Te digo novamente, esqueça a eleição presidencial! Tanto faz se Lula, Aécio, Dória, Bolsonaro, Marina, Ciro, Collor ou qualquer outro assumirem a cadeira de presidente, porque o que vai predominar é a negociata permanente do Congresso. Quem não negocia, não governa. É uma feira, um balcão de negócios. 

A proposta é a seguinte: 

NÃO VOTE EM NINGUÉM QUE JÁ TEM MANDATO! 

Não reeleja deputado ou senador, olhe as coligações e veja quais podem conduzir corruptos ao poder. Não caia na ilusão do voto de protesto, na maioria das vezes os "Tiriricas" da vida (nada contra a figura, nada pesa contra ele), mesmo sendo honestos, fazem parte de coligações cheias de corruptos e o seu voto de protesto conduz ou mantém um bando no poder.

Não adianta reclamar de presidente, pois quem manda no Brasil é o congresso, são senadores e deputados. O verdadeiro poder político brasileiro está concentrado aí. Este é o lugar onde não há ideologia, não há interesse público, não há nem interesse partidário. A única coisa que existe entre os parlamentares brasileiros é o interesse pessoal e a sede de poder e dinheiro, uma sede insaciável.

Votar diferente vai acabar com a corrupção? Não! Definitivamente. Porém, o novo bando que entraria levaria algum tempo pra montar os esquemas novamente; assim, antes que a corrupção se consolide novamente, tiramos todos novamente, fazendo do poder eletivo algo efêmero, como tem que ser. 

Compartilhe essa campanha, converse com as pessoas, temos a chance de iniciar a mudança desse país.

#HNVotoConsciente
#Reflita
#NaoReeleja
#BandoDeBrasilia


Patrocinado por TRICURSOS
Texto de Julio Alves

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Novo Piso Nacional dos Professores 2018

Posted by Julio Neto On terça-feira, dezembro 26, 2017

Divulgado Novo Piso Nacional dos Professores!

Deseja fazer carreira no serviço público? Acesse aqui e descubra como ter sucesso em concurso público!

Foi divulgado o novo Piso Nacional dos Professores, lembrando que esse valor se refere ao Base de professores de nível médio, com formação em nível médio no antigo Magistério. A partir deste Piso deve-se acrescentar as vantagens pecuniárias condizentes com a formação de cada docente (graduação, especialização, mestrado e doutorado). No entanto, os governos estaduais e municipais tomaram o Piso Nacional, ouçam, Piso, como teto e pagam Professor com especialização e várias progressões na carreira abaixo do tal Piso.

Então fica a pergunta: se o valor abaixo é o Piso, como devemos chamar o salário base da maioria dos professores? Seria subsolo? 

O Piso do Magistério tem seu reajuste anual vinculado ao crescimento percentual do custo aluno do de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), e, tendo o mesmo sido registrado em 6,8177%, entre 2016 e 2017, o valor a ser praticado em 2018 deverá ser de R$ 2.455,52.

Qual a Origem dos Recursos que garantem esse aumento?
No dia 30 de novembro foi publicado, no Diário Oficial da União, o ajuste do valor mínimo anual do FUNDEB, para o ano de 2017. O valor per capita passou de R$ 2.875,03 para R$ 2.926,56, em razão de ajustes nas receitas do Fundo e nas matrículas do nível básico.

Apostilas para o Concurso SEE-MG em breve aqui.
Edital já foi lançado para seleção de 16.700 professores.
CONFIRA AQUI!
Apostilas e Cursos Preparatórios para concursos públicos! 

domingo, 17 de dezembro de 2017

Apostilas e Cursos Preparatórios para Concurso!

Posted by Julio Neto On domingo, dezembro 17, 2017

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

O Discurso do "Abestado" Tiririca

Posted by Julio Neto On quarta-feira, dezembro 06, 2017

"Não dá pra fazer muita coisa, porque a mecânica daqui é louca". Tiririca, na Câmara dos Deputados.


Tiririca faz a sua despedida da vida política brasileira, faz último discurso e dá aula de cidadania, não aos deputados, mas ao povo, que continua a votar nos abutres que ocupam cargos eletivos no Brasil e transformam a democracia brasileira numa monarquia parlamentar, vitalícia e hereditária.

Não pretendo me estender, mas não poderia deixar passar esse feito histórico passar despercebido. O discurso de um palhaço profissional, feito para uma Câmara vazia, como sempre, mas que provoca uma profunda reflexão em quem o ouviu. 

"Estou envergonhado"...  "O parlamentar trabalha muito e produz pouco", disse ele.
Vou deixar o vídeo e espero que você, leitor, ouvinte, reflita sobre o país que temos e o país que queremos. 






sábado, 2 de dezembro de 2017

Professores no Brasil: respeito é tapa e valorização é pontapé!

Posted by Julio Neto On sábado, dezembro 02, 2017

Num país onde as instituições, o governo e a sociedade não valorizam o professor, o futuro é incerto e o caos vive à porta!


Essa semana li uma matéria no site Globo.Com que dizia o seguinte:
"Um aluno deu um soco e um chute em um professor na Escola Estadual Antônio de Alcântara Machado, na Zona Sul de São Paulo, nesta quarta-feira (29). O aluno tem 20 anos e cursa o 3º ano do Ensino Médio no Ensino de Jovens e Adultos (EJA)."


Eu segui lendo e pensando sobre o assunto, já que também sou professor e estou sujeito às mesmas condições.
O que leva um aluno a ameaçar um professor, até mesmo agredir um profissional que está ali tentando conduzi-lo a uma vida melhor? Porque nesse país é tão fácil agredir dentro da escola e não ser punido? Será a segurança dos muros da escola ou pela deturpação das Leis de Proteção à Criança e ao Adolescente?

Vejo diariamente os conflitos construídos na rua repercutindo dentro da escola; jovens que sofrem nas ruas ou em casa tentando elevar sua autoestima batendo de frente com a instituição mais frágil da sociedade brasileira: a escola.

Não é difícil entender tal situação, não é necessário fazer uma análise à luz da ciência para perceber o que leva o jovem a tal comportamento. Num país onde a educação é tratada com total descaso, onde o professor é visto como alguém que, não tendo "habilidade" para atuar em outras áreas, "obriga-se" ao exercício do magistério, por pura falta de opção, segundo percepção e fala de alguns dos representantes governamentais.

Assim, usada no Brasil como cabide de emprego por muitos anos, como fonte de recursos para desvio de verbas, a educação, tão valorizada em outros países (especialmente nos mais desenvolvidos), e a docência, aqui são vistas como ônus, como suposta razão para a crise financeira de muitos municípios. Isso não é hipótese, é fato. As propagandas do governo federal na defesa dos interesses empresariais escondidos nas Reformas, especialmente a da Previdência, deixam claro que se quer "acabar com os privilégios", que as mudanças oriundas da Reforma afetarão apenas aos "privilegiados", que hoje se aposentam 5 anos antes dos demais trabalhadores. Esse é o tratamento dispensado aos professores, essa é a visão que se tem da escola e da educação pública no Brasil, afinal, qual filho de deputado, senador, prefeito ou do próprio Temer estuda em escola pública?

Em suma, num país que gasta mais com um deputado que com toda a rede de ensino da maioria dos municípios, não pode pensar em desenvolvimento.

Ah! Em relação ao episódio ocorrido numa escola em São Paulo, não fique surpreso caro leitor, isso é mais comum do que você imagina, só não aparece na mídia, afinal, não dá audiência!

Curta, compartilhe!
HistoriaNews

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Manifesto ao Profissional de Educação do Estado da Bahia

Posted by Julio Neto On quinta-feira, novembro 30, 2017

Caro servidor, caro professor, caro coordenador, caro vice-diretor! 


Parece impossível, mas em plena era da informação, o governador da Bahia, Rui Costa, grande sindicalista, defensor dos trabalhadores, tem usado os meios de comunicação, as redes sociais e até mesmo o sindicado que representa os docentes para difundir mentiras, aumentos fictícios de salário e pseudoprogressões na carreira do professor estadual, uma piada de extremo mau gosto. Piada que parcela um mísero reajuste de 7% em parcelas que chegarão em 3 anos aos bolsos do servidor. Reajuste que não representa nem a décima parte do que deveria ter sido acrescentado aos vencimentos dos docentes desde 2012. Nesse contexto, lhe convido a entender um pouco melhor como funcionará o primeiro "aumento" dado pelo atual governador, haja vista que o percentual (6,93%) que ele deu em seu primeiro ano, parcelado, havia sido determinado pelo seu antecessor, Jacques Wagner. Faça isso com isenção, sem as máculas do partidarismo cego e insano.

Governador Rui Costa
A "estória" da vez diz respeito ao Projeto de Lei 22.551/2017, que "Altera a estrutura remuneratória das Carreiras de Professor e Coordenador Pedagógico do Magistério Público do Ensino Fundamental e Médio." O tal PL, aprovado no final desse mês (novembro), altera o Estatuto do Magistério Público da Bahia visando, de forma sorrateira, a adequação do Estado à Lei 11.738/08 (que regulamenta o piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação). Mas onde está o problema? 

O profissional do Magistério Público da Bahia está divido em categorias quanto ao Nível e Grau, sendo que a posição inicial da carreira era o Grau I, no valor de R$1.980,00 (não exato). Então, na primeira vez que buscou a adequação, o Governo Wagner (governador anterior) simplesmente extinguiu esse nível, sem aumentar o salário base de nenhum dos outros níveis. Entenda... ele exclui o nível mais baixo, parte do nível imediatamente superior (sem reajustar) e os profissionais que estavam nesse nível foram, simplesmente, levados ao tal "Quadro Especial", ou seja, são parecidos com professores, mas não recebem como tal, já que estão abaixo do nível inicial. O atual governador (Rui Costa), sindicalista, membro do Partido dos Trabalhadores (nada contra o PT ou a qualquer outro partido, estou fazendo alusão ao termo trabalhador), viu o Piso Nacional dos Professores crescer e ultrapassar o Salário Base dos professores estaduais. Então, ele pega o Plano de Carreira, o analisa e percebe que dois graus (além do grau I, já extinto) estão com salários abaixo do Piso Nacional: os Graus IA e II. O Piso Nacional para o início de 2017 ficou em R$2.298,80 para carga horária de 40 horas (dois turnos), enquanto o Grau IA estava em R$2.145,36 e o Grau II em R$2.280,92. 

Nesse caso, com o juízo normal, imaginamos que o governo vai elevar o salário base do professor que está no Grau IA para o valor equivalente ao Piso Nacional dos professores (R$2.298,80), elevando, na mesma proporção, todos os outros níveis. No entanto, numa canetada e com o apoio da Assembléia Legislativa da Bahia (ALBA) e da APLB Sindicato Rede Estadual, o governo simplesmente extinguiu os Graus IA e II, sem mudar os vencimentos de nenhuma categoria. Desse modo, através dessa manobra suja e vil, o nível mais baixo do Magistério Público Estadual agora é o Padrão P, Grau IIA. Mas o que está ruim sempre pode piorar... Fazendo isso, o que acontece com as pessoas que estão nos Graus II, que já passaram por duas progressões anteriores? Seguindo a lógica, a justiça, deveriam ser conduzidos, automaticamente, dois graus acima (ou um para quem está no Grau IA). No entanto, não foi isso que aconteceu. Mantendo a escrita característica desse governo do sindicalista e dos trabalhadores, o governador, apoiado pela ALBA e pela APLB, simplesmente excluiu os Graus IA e II e levou os professores dentro desses graus para o "Quadro Especial" do Magistério Estadual. 

Quadro Especial? O que é isso, afinal? Será que foram pessoas que ingressaram no serviço púbico por indicação, favor? Não. Eles estão no quadro Estadual de Servidores mediante realização e aprovação em Concurso Público. 
Mas por que são do "Quadro Especial"? Só o governador sindicalista pra explicar. 

Agora pense um pouco... Daqui há dois anos, quando o Piso Nacional ultrapassar novamente o Salário Base Estadual, serão extintos mais dois níveis? Deixaremos de ter os graus IIA e III? Provavelmente. 

Assim caro servidor, não se deixe enganar, reaja, reclame. Pois enquanto estamos calados, temos que ouvir o governo gastar milhões para fazer propaganda de um reajuste pífio e digno de vergonha para o Professor e para a Bahia, um dos mais ricos estados da Federação.

Brasil, o país que finge investir em educação, que finge investir no professor. 

#HNValorizeOMestre
#Professor

Apostilas para o Concurso de Professor e Coordenador - Estado da Bahia

Posted by Julio Neto On quinta-feira, novembro 30, 2017

sexta-feira, 28 de abril de 2017

João Dória, Prefeito de SP, Chama Manifestantes de Vagabundos e Preguiçosos

Posted by Julio Neto On sexta-feira, abril 28, 2017

Numa fala, no mínimo infeliz, o prefeito da cidade de São Paulo, João Dória, chamou os manifestantes de vagabundos e preguiçosos! 


Concordar com as manifestações não é obrigação de nenhum político, principalmente desses que formam a base do governo. No entanto, esse tipo de opinião é totalmente dispensável, ainda mais se tratando de uma pessoa pública e que, de certa forma, pretende alcançar o país e quem sabe concorrer à presidência da república - isso fica claro na propaganda que ele faz de suas realizações como gestor municipal. 

O direito à liberdade de expressão e à livre organização social ainda está preservado, caro prefeito, saiba que esse é um direito que, por enquanto, o governo Temer não retirou dessa plateia que chamamos "povo" brasileiro. Não há a intenção aqui, de defender greve geral, mas de defender o direito de expressão, direito de manifestação. 

Inscreva-se em Nosso Canal no Youtube
Curta nossa página no Facebook.

Texto de: Julio Alves