quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Estado da Paraíba

Posted by Julio Neto On quinta-feira, janeiro 26, 2012 No comments

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Histórico

Bandeira do Estado
Demorou certo tempo para que Portugal começasse a explorar economicamente o Brasil, uma vez que os interesses lusitanos estavam voltados para o comércio de especiarias nas Índias, e além disso, não havia nenhuma riqueza na costa brasileira que chamasse tanta atenção quanto o ouro, encontrado nas colônias espanholas, minério este que tornara uma nação muito poderosa na época.
Devido ao desinteresse lusitano, piratas e corsários começaram a extrair o pau-brasil, madeira muito encontrada no Brasil Colônia, e especial devido a extração de um pigmento, usado para tingir tecidos na Europa. Esses invasores eram em sua maioria franceses, e logo que chegaram no Brasil fizeram amizades com os índios, possibilitando entre eles uma relação comercial conhecida como "escambo", na qual o trabalho indígena era trocado por alguma manufatura sem valor.

Mapa da capitania da Paraíba, 1698.
Com o objetivo de povoá-la, a colônia portuguesa foi dividida em quinze capitanias, para doze donatários. Entre elas destacam-se a capitania de Itamaracá, a qual se estendia do rio Santa Cruz até a Baía da Traição. Inicialmente essa capitania foi doada à Pero Lopes de Sousa, que não pôde assumir, vindo em seu lugar o administrador Francisco Braga, que devido a uma rivalidade com Duarte Coelho, deixou a capitania em falência, dando lugar a João Gonçalves, que realizou algumas benfeitorias na capitania como a fundação da Vila da Conceição e a construção de engenhos.
Após a morte de João Gonçalves, a capitania entrou em declínio, ficando à mercê de malfeitores e propiciando a continuidade do contrabando de madeira.

Engenho na Paraíba, 1645.
Em 1574 aconteceu um incidente conhecido como "Tragédia de Tracunhaém", no qual índios mataram todos os moradores de um engenho chamado Tracunhaém em Pernambuco. Esse episódio ocorreu devido ao rapto e posterior desaparecimento de uma índia, filha do cacique potiguar, no Engenho de Tracunhaém. Após receber a comitiva constituída pela índia e seus irmãos, vindos de viagem, após resgatar a índia raptada, para pernoite em sua casa, um senhor de engenho, Diogo Dias, provavelmente escondeu-a, de modo que quando amanheceu o dia a moça havia desaparecido e seus irmãos voltaram para sua tribo sem a índia. Seu pai ainda apelou para as autoridades, enviando emissários a Pernambuco sem o menor sucesso. Os franceses que se encontravam na Paraíba estimularam os potiguaras à luta. Pouco tempo depois, todos os chefes potiguaras se reuniram, movimentaram guerreiros da Paraíba e do Rio Grande do Norte e atacaram o engenho de Diogo Dias. Foram centenas de índios que, ardilosamente, se acercaram do engenho e realizaram uma verdadeira chacina a morte de todos que encontraram pela frente: proprietários, colonos e escravos, seguindo-se o incêndio do engenho. Após esta tragédia, D. João III, rei de Portugal, desmembrou Itamaracá, dando formação à capitania do Rio Paraíba.
Existia uma grande preocupação por parte dos lusitanos em conquistar a capitania que atualmente é a Paraíba, pois havia a garantia do progresso da capitania pernambucana, a quebrada aliança entre Potiguaras e franceses, e ainda, estender sua colonização ao norte.

Os símbolos oficiais do estado da Paraíba são a bandeira, o brasão e o hino.
                       
A atual bandeira do estado foi adotada em 1930, após uma bandeira que vigorou entre 1907 e 1922. Um terço dela está na cor preta, representando os dias de luto que vigoraram no estado após o assassinato de seu presidente (hoje correspondente ao cargo de governador) João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque em Recife, ano de 1930, e dois terços na cor vermelha, representando a Aliança Liberal, que adotou a bandeira rubo-negra em 25 de setembro de 1930, por meio da Lei n° 204. No meio da parte vermelha da bandeira, há uma inscrição de letras maiúscula e na cor branca da palavra "NEGO", que é a conjugação do verbo "negar" no presente do indicativo da primeira pessoa do singular. Quando a bandeira foi adotada, o vocábulo era escrito com um acento agudo na letra E (NÉGO). Esse verbo representa a não aceitação do sucessor à presidência da república indicado pelo presidente brasileiro da época, Washington Luís Pereira de Sousa. O símbolo foi oficializado em 26 de julho de 1965, pelo governador Pedro Moreno Gondim, através do Decreto nº 3.919, conhecido como "Bandeira do Négo" (ainda com acento agudo na letra "e"). A bandeira rubro-negra vigora até os dias atuais.


Fonte: Wikipédia (Devido a ausência da própria história no site oficial do Estado)

DADOS GERAIS:

Capital: João Pessoa 
Região: 
Nordeste
Sigla: PB 
Gentílico: 
paraibano 
População:
 3.766.834 (Censo 2010)
Área (em km²): 
56.584,6
Densidade Demográfica (habitantes por km²):
 66,57
Quantidade de municípios: 
223

DADOS ECONÔMICOS E SOCIAIS
Produto Interno Bruto (PIB)*: R$ 28,7 bilhões (2009)
Renda Per Capita*: 
R$ 7.618 (2009)
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 
0,718 (2005)
Principais Atividades Econômicas: 
agricultura, pecuária, serviços e turismo.
Mortalidade Infantil (antes de completar 1 ano): 
35,2 por mil (em 2009)
Analfabetismo: 
21,9% (2010)
Expectativa de vida (anos): 
68,3 (2000)
PONTOS TURÍSTICOS E CULTURAIS
- Parque do Povo
- Praias
- Pedra do Cordeiro
- Área de Proteção Ambiental das Onças
- Estação Ecológica do Pau-Brasil
- Jardim Botânico Benjamim Maranhão (Mata do Buraquinho)
- Monumento Natural Vale dos Dinossauros
- Parque Arruda Câmara (Bica)
- Parque Estadual do Aratu (Mata do Aratu)
- Parque Estadual Pedra da Boca
- Reserva Biológica Guaribas
- Reserva Ecológica Mata do Rio Vermelho  
GEOGRAFIA
Etnias: brancos (38%), negros (4%), pardos (56%)
Rios importantes: 
Paraíba, Piranhas, Mamanguape, Taperoá, Peixes e Sanhauá.
Principais cidades: João Pessoa, Campina Grande, Santa Rita, Patos, Souza, Cajazeiras e Cabedelo.
Clima: tropical (região litorânea) e semi-árido (região interior).

Fonte: IBGE In: SuaPesquisa.Com

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