sábado, 14 de julho de 2012

Mídia mentirosa... Governador ignorante... MP inoperante.

Posted by Julio Neto On sábado, julho 14, 2012 No comments

Revoltante! Não dá para acreditar que após anos de censura imposta pela Ditadura Militar, alguns veículos de comunicação informaram que os professores retornariam às aulas a partir da próxima segunda-feira (16/07/2012) e a greve chegaria ao fim. Mentira. Isso é inadmissível, inconcebível. Em Assembléia ocorrida sexta-feira, dia 13/07, a categoria dos profissionais docentes decidiu manter a greve, tendo em vista que a proposta apresentada pelo Ministério Público nada mais é do que uma cópia daquela apresentada pelo governo, mesmo após o governador desprestigiar o MP. O site da APLB Sindicato divulga que a classe resolveu manter a greve. Não acredite nesses veículos mentirosos. Essas mesmas redes de comunicação (TV) divulgaram, anos atrás, que o então governador Paulo Souto venceria as eleições em 1º turno com mais de 17% de frente em relação a Jaques Wagner. O que aconteceu depois todos sabem: Jaques Wagner se tornou governador, afinal, ele tinha a missão de enganar aqueles que o colocaram no poder. Sinceramente... 
Eu, que não costumo expressar opiniões em artigos publicados no HNO, não posso deixar de registrar que, enquanto baiano, desejei de coração ver o fim do Carlismo na Bahia, para que pudéssemos construir uma Bahia onde as decisões fossem tomadas em conjunto, onde o controle do Estado, da justiça e dos legislativo fosse exercido pelos seus respectivos representantes. No entanto, todo o poder, oriundo do capital e dos conchavos, está concentrado em um homem: o governador, eleito em outrora para ser diferente, para libertar a Bahia das amarras que hoje, Wagner faz questão de reutilizar. Parabéns governador! 
Só mais uma coisa... O governador Jaques Wagner foi "eleito" o político que mais viaja para o exterior. Não sei não. Como um cidadão que viaja o mundo e passa por países onde a educação é prioridade consegue permanecer refratário ao caos que ele está produzindo na educação baiana? Só há uma explicação: suas viagens são ao passado, às ditaduras, ao coronelismo, ao recente carlismo que a Bahia, inocente, acreditava-se livre. 

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