quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Estado de Tocantins

Posted by Julio Neto On quinta-feira, janeiro 26, 2012

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Histórico
Bandeira do Estado
Foi criado pela Constituição de 1988 o Estado do Tocantins. Sua Capital não é a Palma de que fala Lysias, mas é Palmas, em homenagem a esta, a Vila da Palma, antiga sede da Comarca do Norte. E as rodovias e as linhas aéreas já vêm e saem do Tocantins "para diversos quadrantes".
Muitas gerações compartilharam o sonho de ver o norte de Goiás independente. O sentimento separatista tinha justificativas históricas. Os nortistas reclamavam da situação de abandono, exploração econômica e do descaso administrativo e não acreditavam no desenvolvimento da região sem o seu desligamento do Sul.

Estado de Sergipe

Posted by Julio Neto On quinta-feira, janeiro 26, 2012

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Histórico
Bandeira do Estado
A colonização do Estado de Sergipe teve início na segunda metade do século XVI, quando ali começaram a chegar navios franceses, cujos tripulantes trocavam objetos diversos por pau-brasil, algodão e pimenta-da-terra.
Os portugueses, quando se dirigiam à Bahia, também aportavam freqüentemente na enseada do rio Real. A conquista das terras ao norte da Bahia, onde se encontra o território do Estado de Sergipe, foi iniciativa de Garcia D'Ávila, grande proprietário de terras na região, que com a ajuda dos jesuítas tentou catequizar os nativos que ali encontraram. A conquista e colonização do território facilitaria as comunicações por terra entre a Bahia e Pernambuco e permitiria a sujeição das tribos indígenas, além de impedir novas incursões dos franceses.

O Estado de São Paulo

Posted by Julio Neto On quinta-feira, janeiro 26, 2012

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Histórico

"Estado mais cosmopolita da América do Sul, São Paulo abriga cerca de três milhões de imigrantes, de 70 diferentes nacionalidades". 


A República
Bandeira do Estado
O fim do Império já estava selado quando foi declarada a Abolição da Escravidão em 1888. A perda de apoio das elites conservadoras, agravada pelas fricções do imperador com a Igreja, na chamada "Questão religiosa", e a crise no Exército após a guerra do Paraguai, origem da "Questão militar", determinariam a queda de Dom Pedro II. Assim, ele seria deposto por um movimento militar liderado pelo Marechal Deodoro da Fonseca em 1889. Teve início então o primeiro período republicano no Brasil. Até 1930, a República é controlada pelas oligarquias agrárias de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Estado de Santa Catarina

Posted by Julio Neto On quinta-feira, janeiro 26, 2012

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Histórico
Cartas geográficas de navegadores de várias nacionalidades, escritas desde o início do século XVI, mencionam pontos que correspondem ao litoral catarinense. O mapa de Juan de la Cosa, piloto da expedição de Alonso de Ojeda assinala "Sant´Ana", uma parte que corresponde ao nosso litoral.
Pela sua importância, registra-se a expedição de João Dias Solis, em 1515, quando um único ponto da costa mereceu ser assinalado: a baía dos "perdidos", que se refere às águas interiores entre a Ilha de Santa Catarina e o continente fronteiro (designação dada em virtude do naufrágio de uma embarcação da mesma esquadra).

Estado de Roraima

Posted by Julio Neto On quinta-feira, janeiro 26, 2012

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Histórico
O antigo território do Rio Branco foi disputado por espanhóis, portugueses, holandeses e ingleses desde o início do século XVI. Seus povoados, no entanto, somente começaram a se instalar no século XVIII, após o extermínio de grande número de indígenas. Em 1858, o Governo Federal criou a freguesia de Nossa Senhora do Carmo, transformada no município de Boa Vista do Rio Branco, em 1890. Em 1904 houve grave disputa territorial com a Inglaterra, que tirou do Brasil a maior parte das terras da região do Pirara, pequeno afluente do rio Maú, incorporadas à Guiana Inglesa. A partir de 1943, foi criado o Território Federal do Rio Branco, cuja área foi desmembrada do Estado do Amazonas. Passou a chamar-se Território Federal de Roraima a partir de 13 de setembro de 1962. Em 5 de outubro de 1988, com a promulgação da nova Constituição do País, o Território foi transformado em Estado da Federação.

Estado de Rondônia

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 Histórico
Bandeira do Estado
O primeiro explorador europeu que teria alcançado o vale do rio Guaporé foi o espanhol Ñuflo de Chávez, de passagem entre 1541 e 1542.
Mais tarde, no século XVII, a região foi percorrida pela épica bandeira de Antônio Raposo Tavares, que, entre 1648 e 1651, partindo de São Paulo, desceu o curso do rio Paraná, subiu o rio Paraguai, alcançou o vale do rio Guaporé, atravessou o rio Mamoré, seguiu pelo rio Madeira alcançando o rio Amazonas, cujo curso finalmente desceu até alcançar Belém do Pará.

Estado do Rio Grande do Sul

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Histórico
Bandeira do Estado
Antes da chegada dos portugueses ao Brasil, a região onde está situado o estado do Rio Grande do Sul era habitada por índios guaranis, tapes e charruas. Um dos primeiros registros que faz referência à região data de 1531, quando os navegadores portugueses Martin Afonso de Souza e Pero Lopes, de passagem pela costa (na qual não desembarcaram), batizaram a barra (onde alguns anos depois, foi aberta a passagem para os navios, do oceano para a Lagoa dos Patos) com o nome de Rio Grande de São Pedro. Por um grande período, a região foi visitada apenas por aventureiros, em busca de índios para capturar e escravizar.

Estado do Rio Grande do Norte

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Histórico
Com a distribuição das capitanias hereditárias, o então Rio Grande é doado, em 1535, a João de Barros pelo Rei Dom João III de Portugal. A colonização fracassa e os franceses, que traficavam o pau-brasil, passam a dominar a área até 1598, quando os portugueses, liderados por Manuel de Mascarenhas Homem e Jerônimo de Albuquerque, iniciaram a construção do Forte dos Reis Magos para garantir a posse da terra.
O domínio lusitano durou até 1634, quando o Forte dos Reis Magos caiu em poder dos holandeses, que só foram expulsos em 1654. Nesse período, todos os arquivos, documentos e registros do governo português foram destruídos, o que até hoje dificulta a reconstituição da história da época.

Estado do Rio de Janeiro

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 Histórico
Bandeira do Estado
O nome Rio de Janeiro foi um equívoco cometido pelos navegadores. Ao chegar à entrada da Baía de Guanabara, acreditavam estar diante da foz de um rio. Como era o primeiro dia do ano, chamaram-no Rio de Janeiro. A Baía de Guanabara é um nome de origem indígena, que significa “água escondida”.
A invasão de Portugal por tropas de Napoleão obrigou a Família Real Portuguesa a se transferir para o Brasil, em novembro de 1807. Em 1808, com a Abertura dos Portos às Nações Amigas, houve uma grande valorização das terras da cidade do Rio de Janeiro e proximidades. Isto deveu-se ao fato de a Corte portuguesa ter fixado residência no Rio de Janeiro e a  cidade ter-se beneficiado com o aumento do comércio internacional.

Estado do Piauí

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Breve Histórico
Bandeira do Estado
A colonização do Piauí deu-se do centro para o litoral. Fazendeiros do São Francisco, a procura de novas expansões para suas criações de gado, passaram a ocupar, a partir de 1674, com cartas de sesmarias concedidas pelo governo de Pernambuco, terras situadas às margens do rio Gurguéia. Um desses sesmeiros, Capitão Domingos Afonso Mafrense, também conhecido como Domingos Sertão, fundou trinta fazendas de gado, tornando-se o mais eminente colonizador da região.

Estado de Pernambuco

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Histórico
O Início
Bandeira do Estado
Em 1501, quando a expedição do navegador Gaspar de Lemos fundou feitorias no litoral da colônia portuguesa, na recém descoberta América, teve início o processo de colonização de Pernambuco, uma das primeiras áreas brasileiras a ter ativa colonização portuguesa.
Entre os anos de 1534 e 1536, Dom João III, então rei de Portugal, instalou o sistema de Capitanias Hereditárias no Brasil, que consistia na doação de um lote de terras, chamado Capitania, a um Donatário (português), a quem caberia explorar, colonizar as terras, fundar povoados, arrecadar impostos e estabelecer as regras do local. Dentre os primeiros 14 lotes distribuídos por D. João III estava a Capitania de Pernambuco, ou Capitania de Nova Lusitânia, como seu Donatário, Duarte Coelho, a batizou. Dessa forma, em 1535, Duarte Coelho se estabeleceu no local onde fundou a vila de Olinda e espalhou os primeiros engenhos da região. Até então, os ocupantes do território eram os índios Tabajaras.

Estado do Paraná

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Histórico
Bandeira do Estado
Segundo o professor Francisco Filipak a palavra Paraná tem um significado Tupi e quer dizer: Paraná. Sm. (PR) [Do G. pará: mar + anã: semelhante, parecido] Paraná: semelhante ao mar, grande como o mar. (108-p.110).
A história do Estado do Paraná remonta há cerca de 9000 anos. As provas materiais dessa história são encontradas em todo o território paranaense nos vários sítios arqueológicos já pesquisados como: os sambaquis no litoral e as pinturas rupestres, nos Campos Gerais. Nesses locais encontramos vestígios materiais importantes que revelam como viviam os habitantes desta terra antes da vinda dos primeiros europeus para a América. Particularmente, no Paraná, a ocupação européia aconteceu por duas vias: uma espanhola e a outra portuguesa.

Estado da Paraíba

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Histórico
Bandeira do Estado
Demorou certo tempo para que Portugal começasse a explorar economicamente o Brasil, uma vez que os interesses lusitanos estavam voltados para o comércio de especiarias nas Índias, e além disso, não havia nenhuma riqueza na costa brasileira que chamasse tanta atenção quanto o ouro, encontrado nas colônias espanholas, minério este que tornara uma nação muito poderosa na época.
Devido ao desinteresse lusitano, piratas e corsários começaram a extrair o pau-brasil, madeira muito encontrada no Brasil Colônia, e especial devido a extração de um pigmento, usado para tingir tecidos na Europa. Esses invasores eram em sua maioria franceses, e logo que chegaram no Brasil fizeram amizades com os índios, possibilitando entre eles uma relação comercial conhecida como "escambo", na qual o trabalho indígena era trocado por alguma manufatura sem valor.

Estado do Pará

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HISTÓRICO
Bandeira do Estado
O impulso militar que trouxe os portugueses ao Pará, em 1616, fez parte de um projeto político ambicioso de conquista do vale amazônico associado a um projeto econômico, não menos ambicioso, de exploração da biodiversidade local – as chamadas “drogas do sertão”, especiarias ocidentais de alto valor no mercado europeu.
A fundação de Belém, a 16 de janeiro de 1616, foi o primeiro passo desse projeto de conquista territorial. O processo foi contínuo e tenso e a ocupação do território se deu com base no massacre ou escravização das populações indígenas e no confronto bélico com as outras potências européias que possuíam feitorias na Amazônia. Aos poucos, através de expedições militares, novas regiões foram sendo anexadas: os vales dos rios Guamá, Acará e Mojú, o baixo Tocantins, a costa dos Caetés (hoje costa do Salgado), a região da “estrada do Maranhão”, que hoje chamamos de Bragantina, a Ilha Grande de Joannes, atual Marajó, a penísula de Gurupá, o Cabo Norte, atual Amapá, o baixo Amazonas, os vales do Xingu e Tapajós, o Alto Amazonas e o vale do Rio Negro.

Estado de Minas Gerais

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Histórico
Bandeira do Estado
O desbravamento na região que hoje compreende o estado de Minas Gerais se iniciou no século XVI, por meio do trabalho dos bandeirantes, em busca de ouro e pedras preciosas. Em 1709, foi criada a Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, que, em 1720, foi desmembrada em São Paulo e Minas Gerais.
No início do século XVIII, a região tornou-se um importante centro econômico da colônia, com rápido povoamento. No entanto, a produção de ouro começou a cair por volta de 1750, levando a Metrópole – Portugal - a criar formas cada vez mais rígidas de arrecadação de impostos, o que resultou no mais conhecido movimento político e histórico de Minas Gerais – A Inconfidência Mineira.

Estado do Mato Grosso do Sul

Posted by Julio Neto On quinta-feira, janeiro 26, 2012

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Histórico
Bandeira do Estado
A descoberta do continente americano por Cristóvão Colombo em 1492 fez surgir entre Portugal e Espanha a disputa pelas terras, o que culminou no Tratado de Tordesilhas em 1494, o qual visava dividir o território entre as duas nações. Com a vinda de Pedro Álvares Cabral, teve início a colonização portuguesa ao continente que posteriormente viria ser conhecido como Brasil.
Há notícias de que o primeiro português a pisar no que hoje é Mato Grosso do Sul, teria sido Aleixo Garcia, por volta de 1524. Ele partira de Santa Catarina, atravessou a Serra de Maracaju, desceu o rio Miranda e, pelo rio Paraguai, chegou à Assunção. Aleixo buscava as riquezas das minas do Peru, difundidas em estórias da época.

Estado do Mato Grosso

Posted by Julio Neto On quinta-feira, janeiro 26, 2012

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Histórico
Bandeira do Estado
As primeiras incursões do mundo ocidental no território que é hoje conhecido como Mato Grosso, deu-se no período de 1525, quando o navegante Pedro Aleixo Garcia partiu em direção à Bolívia, seguindo as águas dos rios Paraná e Paraguai.
Mais tarde, com a descoberta de ouro e diamante na região, chegaram os portugueses e espanhóis. Com os garimpeiros vieram também jesuítas, que criaram Missões entre os rios Paraná e Paraguai, com o objetivo de assegurar os limites de Portugal, já que as terras estavam nos limites da Espanha por conta do Tratado de Tordesilhas.

Estado do Maranhão

Posted by Julio Neto On quinta-feira, janeiro 26, 2012

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Histórico
A origem do Maranhão tem por base a luta entre povos, a luta pelo território. No ano do descobrimento do Brasil, os espanhóis foram os primeiros europeus a chegarem à região onde hoje se encontra o Maranhão. Somente trinta e cinco anos depois, que os portugueses tentaram ocupar o território, sem êxito.


França Equinocial
Em 1612, os franceses ocuparam definitivamente o Maranhão, originando a França Equinocial. A ocupação foi num cenário de lutas e tréguas entre portugueses e franceses durante três anos e, no ano de 1615, os franceses retomaram definitivamente a colônia.

O Estado de Goiás

Posted by Julio Neto On quinta-feira, janeiro 26, 2012

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Histórico
história de Goiás se inicia no fim do século XVI, quando as explorações portuguesas não limitaram-se apenas à região do litoral. A caça ao índio, a busca por riquezas minerais e a evangelização são os principais responsáveis pela exploração do centro-oeste. O desbravamento inicial da região deve-se aos missionários do norte e aos bandeirantes do sul. Já no século XVII, em função da catequese empreendida pelos jesuítas na Amazônia, missionários sob a chefia de frei Cristóvão de Lisboa percorrem a área do Tocantins, onde fundam missão religiosa em 1625. Mas as origens históricas de Goiás estão diretamente ligadas à corrida do ouro empreendida pelos bandeirantes paulistas, em razão da qual o território goiano é esquadrinhado ao longo do século XVIII.

Estado do Espírito Santo

Posted by Julio Neto On quinta-feira, janeiro 26, 2012

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Histórico

Colonização
Vasco Coutinho desembarcou na capitania em dia 23 de maio de 1535, desembarcando na atual Prainha de Vila Velha, onde fundou o primeiro povoamento. Como era oitava de Pentecostes, o donatário batizou a terra de Espírito Santo, em homenagem à terceira pessoa da Santíssima Trindade.
Para colonizar a terra, Vasco Coutinho dividiu a capitania em sesmarias - terras abandonadas e que, a partir da inclusão deste sistema, deveriam ser cultivadas, fomentando a agricultura e a produtividade. Esses "lotes" foram distribuídos entre os 60 colonizadores que vieram com ele.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Estado do Ceará

Posted by Julio Neto On quarta-feira, janeiro 25, 2012

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Histórico do Estado
Bandeira do Estado
Com a decisão do rei de Portugal D. João III em dividir o Brasil em capitanias hereditárias, coube ao português Antônio Cardoso de Barros, em 1535, administrar a Capitania do Siará (como era chamada a região correspondente as capitanias do Rio Grande, Ceará e Maranhão). Entretanto a região não lhe despertou interesse. Só então, em 1603, é que o açoriano Pero Coelho de Sousa liderou a primeira expedição a região, demonstrando interesse em colonizar aquelas terras.
Pero Coelho se instalou às margens do rio Pirangi (depois batizado rio Siará), onde construiu o Forte de São Tiago, depois destruído por piratas franceses. A esquadra de Pero Coelho  teve que enfrentar ainda a revolta dos índios da região que inconformados com a escravidão, destruíram o forte obrigando os europeus a migrarem para a ribeira do rio Jaguaribe. Lá, a esquadra de Pero Coelho construiu o Forte de São Lourenço. Em 1607, uma seca assolou a região e Pero Coelho abandonou a capitania.

Estado do Amazonas

Posted by Julio Neto On quarta-feira, janeiro 25, 2012

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Histórico
Bandeira
O descobrimento da região hoje formada pelos Estados do Amazonas e Pará foi de responsabilidade do espanhol Francisco de Orelhana. A viagem foi descrita apontando as belezas e possíveis riquezas do local, com os fatos e atos mais prováveis de chamar a atenção da coroa espanhola. Durante essa expedição (ocorrida à época 1541-42), os espanhóis teriam encontrado as mulheres amazonas guerreiras, sobre as quais há muita fantasia, mitos e folclores.
Após tantas aventuras e descobertas, a região acabou ficando abandonada e caiu no esquecimento, até que os frades Domingos de Brieba e André Toledo, realizando uma nova descida para o rio Amazonas, alcançassem Belém do Pará, despertando o interesse de outros capitães portugueses.

Estado do Amapá

Posted by Julio Neto On quarta-feira, janeiro 25, 2012

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Breve Histórico
Em 1637, a região que é hoje o estado de Amapá foi dada a um homem português, Bento Manuel Parente, ao término do mesmo século, a região foi invadida pelo ingleses e holandeses que foram expulsos pelos portugueses. No 18º século, os franceses reivindicaram também a possessão da área e, em 1713, o Tratado de Utrecht estabeleceu as fronteiras entre o Brasil e a Guiana francesa que, não obstante, não foi honrado pelos franceses. Os portugueses construíram então uma fortaleza cujo nome foi de São José de Macapá, para proteger os limites de invasão francesa.

Estado de Alagoas

Posted by Julio Neto On quarta-feira, janeiro 25, 2012

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Breve Histórico
O termo Alagoas é referente à quantidade de lagos existentes na região, ao redor de rios que banham o estado.  No início do século XVI, a região do atual estado foi invadida pelos piratas franceses. Foi retomada pelos portugueses em 1535, por Duarte Coelho Pereira, donatário da capitania de Pernambuco, Duarte Coelho foi responsável pelo plantio de cana-de-açúcar naquela região do nordeste e pela construção de engenhos.

Estado do Acre

Posted by Julio Neto On quarta-feira, janeiro 25, 2012

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Breve Histórico
O Acre é um dos 27 estados brasileiros. Ele é o 15º em extensão territorial, com uma superfície de 164.221,36 Km², correspondente a 4,26% da Região Norte e a 1,92% do território nacional.
O Estado está situado num planalto com altitude média de 200 m, localizado no sudoeste da Região Norte, entre as latitudes de -7°06´56 N e longitude - 73º 48' 05"N, latitude de - 11º 08' 41"S e longitude - 68º 42' 59"S.

Distrito Federal

Posted by Julio Neto On quarta-feira, janeiro 25, 2012

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Breve Histórico
No Distrito Federal localiza-se a capital do país e o centro do poder político da União, Brasília. A cidade abriga a sede do Executivo federal, a Câmara dos Deputados, onde trabalham 513 deputados federais, representantes proporcionais dos 27 estados, e 81 senadores (três por estado). Também na capital ficam as mais altas cortes judiciais do país, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF), além dos ministérios, os órgãos públicos e as embaixadas.
Inaugurada em 1960, Brasília tem forma de avião, com duas asas residenciais unidas por eixo central.

A Indústria na Bahia a Partir de 1970

Posted by Julio Neto On quarta-feira, janeiro 25, 2012

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Autor: Julio Neto Alves Araujo

A partir de 1970 a Bahia se consolida como uma economia industrial de importância nacional e, desde então, a participação do setor secundário no PIB vem ganhando espaço, superando de longe o setor primário, tão relevante no início do século passado. Em 1950, segundo informações da SEI (2003), a participação da indústria no PIB era inferior aos 10% (dez por cento), enquanto o setor primário correspondia a 44%, aproximadamente; já em 70, quando a Bahia começava a migrar de uma economia primária para secundária, a indústria havia superado o setor agropecuário em importância e, ao final da última década, pouco mais de 40% de toda a riqueza produzida no estado origina-se das atividades industriais, o que nos permite dizer, que a Bahia tem hoje, uma economia predominantemente industrial.

O Estado da Bahia

Posted by Julio Neto On quarta-feira, janeiro 25, 2012

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O Estado da Bahia é um dos mais belos e ricos estados brasileiros. Está entre as dez maiores economias do país e tem registrado índice elevado de crescimento nos últimos anos, superando inclusive, a média nacional. No entanto, esse desenvolvimento ainda não foi suficiente para deixar pra trás as grandes desigualdades socioeconômicas que caracterizam o estado desde o início do período republicano.
Por Julio Neto Alves

Aperfeiçoamento do HN

Posted by Julio Neto On quarta-feira, janeiro 25, 2012

Buscando uma melhor aparência para o site e a otimização do espaço, a partir de agora serão exibidos apenas os resumos das postagens. Para visualizar toda a postagem basta clicar em seu título.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Charges em História

Posted by Julio Neto On segunda-feira, janeiro 16, 2012

Na atualidade, veicula pelas diferente mídias um enorme contingente de informações; diante disso, para não tornar suas aulas enfadonhas, o professor de História precisa estar atualizado e em sintonia com materiais que despertem a curiosidade do aluno, visto que os jovens se sentem mais atraídos pela informação rápida e divertida (não que isso seja bom).
Nessa perspectiva, acredito que as charges, imagens e filmes podem criar essa ponte entre o conhecimento científico e o saber escolar, tornando a aprendizagem mais prazerosa.
Assim, resolvi deixar a aqui algumas charges, pois estas conseguem questionar a realidade com humor e ironia, levando o cidadão a refletir e se divertir ao mesmo tempo.
Vou deixar dois sites que possuem um bom acervo de charges:







Escola e Cidadania

Posted by Julio Neto On segunda-feira, janeiro 16, 2012

O Texto abaixo trata-se de um pequeno excerto de texto produzido para o Curso de Pós-Graduação em Metodologia do Ensino de Educação Ambiental.
Autor: Julio Neto Alves Araujo

Escola e Cidadania
A cidadania não é um dom, algo que, inconscientemente, se adquire ao longo da vida. Pelo contrário, a cidadania se manifesta gradativamente, num processo lento e cheio de controvérsias, dialética e dialogicamente. Por isso, o papel do professor, embora pareça reprodução, não pode se limitar à transposição didática, precisa promover no aluno o desejo de saber e a capacidade de resolver problemas cotidianos, de “aprender a aprender”. Em outras palavras, a escola deve proporcionar aos indivíduos a possibilidade de viver em sociedade de maneira autônoma, consciente, de serem cidadãos.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Segundo site, o reajuste ao piso dos professores será de 22%

Posted by Julio Neto On domingo, janeiro 15, 2012

Fonte: MundodasTribos

O Ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou que o piso salarial dos professores passará por um reajuste até o dia 15 de janeiro de 2012. O aumento na remuneração dos educadores brasileiros será maior do que nos anos anteriores e pode atingir até 22%.

domingo, 8 de janeiro de 2012

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Posted by Julio Neto On domingo, janeiro 08, 2012

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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Educação: Lei X Realidade

Posted by Julio Neto On terça-feira, janeiro 03, 2012


O sistema educacional brasileiro ainda encontra-se longe do ideal. Não obstante, alguns avanços tem sido alcançados nos últimos anos. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação, o PNE, o Fundeb e, mais recentemente, a criação do Piso Nacional para professores. Assim, como se pode notar, existe uma preocupação por parte da União para com o desenvolvimento do ensino no país.
No entanto, nesse ponto entra o velho jeitinho brasileiro, aquela velha mania de querer driblar a lei e dá um lençol nos funcionários, especialmente nos profissionais docente. Um exemplo claro disso está no desacordo com o Piso Nacional para a categoria.