sexta-feira, 28 de março de 2014

Em rede social, Piloto Insulta Nordestinos

Posted by Julio Neto On sexta-feira, março 28, 2014

Segundo reportagem do site Bahia Notícias, piloto da empresa Avianca ofende nordestinos em rede social. Leia a reportagem abaixo, extraída na íntegra da fonte referenciada acima.


"Um piloto de avião da empresa Avianca recebeu um filé de peixe diferente do que havia pedido em um restaurante de João Pessoa, capital da Paraíba, e achou o equívoco suficiente para disparar uma série de ofensas contra a população nordestina no Facebook. “Para manter o padrão porco, nojento, relaxado, medíocre, escroto de tudo no Nordeste, como sempre… depois de uma hora e 10 minutos esperando um filé de peixe, simples, sem nada de diferente, eles conseguem errar e fazer outra coisa completamente diferente do cardápio, que já não tem opção nenhuma”, disse o comandante na rede social, antes de concluir: “Povo escroto do c*. Lugar nojento”. Imediatamente repreendido por outros internautas, ele chegou a reafirmar seu posicionamento. “É a opinião de quem acha esse lugar uma merda e pronto! Os serviços são sujos e em geral [o povo] é mal-educado e folgado”, atacou. A postagem foi feita nesta quinta-feira (27) e, horas depois, ao ver crescer a repercussão negativa do comentário, o autor apagou sua conta no site de relacionamentos. Também no Facebook, a companhia aérea afirmou “repudiar” a atitude do piloto e, nesta sexta (28), anunciou a demissão do profissional." 

quinta-feira, 27 de março de 2014

A Verdadeira História da América (Poema Asteca do Século XVI)

Posted by Julio Neto On quinta-feira, março 27, 2014

O texto abaixo é a reunião de estrofes de dois poemas astecas do século XVI chamados por eles de “Cantos tristes”. Os versos descrevem a cidade de Tenochtitlán, às vésperas de sua rendição, em agosto de 1521.


Os astecas narram a conquista

Pelos caminhos jazem
(flechas) partidas; os cabelos estão espalhados.
As casas estão destelhadas,
seus muros avermelhados.
Germes se espalham por ruas e praças,
e as paredes estão salpicadas de miolos.
As águas estão rubras, tintas [de sangue),
e quando a bebemos,
é como se bebêssemos água salgada.
(...) Nos puseram preço.
Preço de jovem, de sacerdote,
de criança e de donzela.
(...) Ouro, jade, ricas mantas,
plumas de quetzal;
tudo isso que é precioso
nada foi levado em conta.
(...) Chorai, amigos meus,
Compreendei que com estes fatos
perdemos a Nação Mexicatl.
A água azedou, se azedou a comida. (...)

(In: Coletânea de documentos de história da América para o 2º grau – 1ª série. 2ª ed. São Paulo: SE/CENP, 1985. p.7)